Podias ao menos mexer os músculos da cara, fazer um microssorriso, daqueles q duram um microssegundo e desaparecem. Ia-me sentir muito mais segura.
Mas que fiz eu?
Oh meu amor, (Não me chames amor!) tudo aquilo que faço é para nós! (Larga-me, louca). Oh meu amor, eu amo-te tanto, e nós somos tão felizes, somos não somos? Eu sei que somos, amor, amor, olha para nós (Já te disse para não me tocares.) Deixa de ser tonto amor, anda aqui para ao pé de mim, anda. Dá-me a tua mão. (Porque é que tu tens que ser assim?) Eu sou como sou amor, nunca fiz nada que te magoasse. O alcóol? Eu não sou dependente, eu não sou tão neurótica como me pintas, mas quando estás fora sinto um vazio, oh, tu esqueces-te que eu existo, que eu te amo, e eu tenho que te chamar à realidade. (Realidade? Mas tu és doida!) Não me chames isso, não digas isso, não penses isso. Amar não é loucura, amar é sentir, e eu amo-te tanto. (Isto já se torna obsessão..) Obsessão? Não, não. Eu sonho contigo, eu corro atrás de ti, eu sei onde estacionas o carro, eu sei quem entra no teu apartamento, aquela loura passa lá a vida, mas ela é a empregada não é? Diz-me que é. Se ela não for eu não ia aguentar, amor eu não aguento, ela é a empregada. Diz! (Não.) Eu avisei-te para mentires, eu mesmo na mentira era feliz, agora tiraste-me a felicidade, e eu vou tirar-te aquilo que mais gostas. (Afasta-te de mim!) Tu sem ela és feliz, podemos ser felizes juntos, eu mato-te, olha, olha aqui, eu mato-me! (Não sejas tão extremista, tem calma não faças isso, eu Amo-te. Ouviste, Amo-te.) Eu também amor, eu sabia que ias compreender. Ficas comigo não ficas? Para sempre não ficas?
As vezes gostava de compreender a cabeça desta gente..
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