Olha para ti, no lixo que te tornaste. Olha! Olha o que os anos te fizeram.
Menina, menina. Tem tento na língua. Tem compustura!
Já te esqueceste dos tenros anos em que brincavas com bonecas, em que querias ser cabeleireira, como todas as outras meninas?
Devias ser tão querida, tão fofa. Tu e esse teu olho azul brilhante, esse sorriso enorme, a tua vozinha trémula quando vias uma aranha ou um gafanhoto.
Cresceste. Mal. Mas cresceste.
A tua pele branquinha, o teu nariz empinado estão baços. Estás podre, não o teu exterior mas essa tua personalidadezinha mesquinha..
Tenho pena que sejas assim, tão bonita, tão burra, tão oferecida, pronta para ir com qualquer um que te quer 'comprar'.
A tua mísera vida gira a volta do amor, gostas tanto de o 'dar'... Gostas de ser 'amada' por qualquer um, o teu amor é universal, carinhoso, e para aqueles que precisam. Santa de ti, sempre tão preocupada com o bem estar de todos que nem te lembras que aqueles que 'amaste' tinham alguém.. Ops. Desculpa amor, desculpa, o que conta é a tua nobre intenção. Amar acima de tudo!
Para ti é liberdade, para mim é falta de carácter.
Tens tudo em grandes medidas, falta-te o bom senso e a honestidade.
Pois é amor, não se pode ter tudo.
Talvez quando fores mais velha, quando te olhares ao espelho, talvez aí te odeies, talvez ai percebas que sempre foste e sempre serás uma fraca.
Nessa altura já nem me lembro do teu nome, nem da tua cara, já nem sei quem és ou foste.
Morreste hoje. Morreste agora.
Compilação de todos os defeitos das pessoas que conheci durante a minha curta existência. Enterrei-os agora, não se esqueçam de trazer flores e quando acabarem de ler façam um minuto de silêncio. Afinal, mesmo má, são gente.
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